Sick and tired of being sick and tired. – Part 1

•19 novembro, 2008 • 1 Comentário

Suddenly, in a blink of an eye you sit back and rewind, check your past steps and realize it’s all been a freaky ride you can’t get out of, it’s like a nightmare you won’t wake up from, mostly because you don’t want to, for that is all that you know.

She was like that, a girl hiding the real mess she had become. With a smile on her face, and a knife buried deep in her stomach, tearing up a hole that didn’t make her bleed, but emptied her of all reason and joyful blissfulness. Walking around hoping not to be noticed, but desperately trying to drag attention to her never ending cycle of self-destruction and degradation, just like a child that likes to pick on scabs to see them bleeding profusely, until a scar is left where should only be smooth skin.

Her legs were like this, at 22 she was still sinking her nails into her wounds, trying to make sure she was still there, she wasn’t numb like the rest of them. Her never ending conversations with herself while driving round the city filled with nameless faces when all she wanted was to be among the few who do have names, identities. Still, she knew they were all playing pretend, just like her, the only difference was they had glory, and that’s something you cannot take away, even if it was there only for a second, that second would never cease to exist in the glorified mind.

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Everyone’s a winner and a loser, bare that in mind. She had her own small victories to brag about, her voice was one of them, as her writing skills. As a singer and songwriter she could’ve been big, but the paralyzing fear kept her from trying, from exposing herself, opening her heart, such was the fear of getting hurt, being let down, being ignored. So, she walked around singing along, hoping someone would listen and decide to give her a shot, take her to the stars. Such a dreamer she was.

But our lives are not only made of dreams and that she knew quite well. She was a lover, ready to give in, hoping someday she would meet the love of her life. Took all the risks, some not worth taking, by any means learning more than most people she knew. From annulling her own personality to creating a how new persona, from hiding her feelings to baring her heart and soul, she would go great lengths to have a relationship that mattered, even if it was only for the sex.

Eventually she drowned herself in her own struggle and the one who saved her was the most unimaginable guy ever. This poseur boy from another town, one in which she conveniently had a country house, came into her life, turning it all upside down and acting like a break to her own deviant manners. He was her salvation and doom at the same time, for no one would ever be as perfect as he was, if he ever decided to leave her, she would be lost for good. And while with him, she would feel bad for not being as god to him as he was to her. Well, better with than without.

His friends were now hers, and that was odd enough, since living in a big city brings nothing but pain and enemies all around. Her college mates were as vain and superficial as rich folks can be. High school friends all had gone along made new friends, moved on from their teen years. She had no one but a few very close friends, each of them had their own relationships and thing to do, places to go. If it weren’t for these new friends, she would probably be left alone. It’s not like she never tried to bring them closer; her friends from the city and her boyfriend’s, but the first ones weren’t very interested in befriending the new people in her life, so she also left them behind.

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Their parties were to kill for: booze, drugs and inappropriate behavior, wrapped up in pop music from Madonna, Britney and other similar ones. Dirty dancing on the floor, kissing games behind walls and philosophical discussions amidst illegal smoke, all drenched in vodka, whisky, beer and whatever else may come.

She grew up with them, learned you do not need to be a knuckle head for people to like you, also that you are only special when you can think and discuss and still be a bit superficial sometimes, and that is all right.

Being a complete person became her new goal, but that is no picnic. You must be intelligent, be a professional with a high paying job, and have good friends, a loving family, the perfect relationship, a beautiful home and last but not least, a kick-ass body. Modern times demand an extra amount of energy that drains you to a point where you nearly cease to exist. You just keep going, dragging your body around, forcing yourself to a whole compilation of attitudes you should never have in the first place. There is no time to study, work, have a family, and take care of your body and your home without forgetting yourself. And that became her utmost struggle.

 

Mallu Magalhães primeiro no seu celular? So what?

•3 novembro, 2008 • Deixe um comentário

Pois é, a estrelinha do cenário indie paulistano, a celebridade instantânea do Myspace, a pivete que anda por aí falando besteirinhas adolescentes e com um sapato de cada cor, aquela mesma, a Mallu Magalhães.

Nova “personalidade” da música brasileira, ela vai lançar o seu 1º CD com exclusividade junto a uma operadora de celular para depois, no dia 15 de novembro, ser lançado nas lojas. Pessoalmente, não entendo todo esse BUZZ ao redor dessa garotinha, falta experiência e principalmente criatividade, ainda assim ela é vista como um grande prodígio. Pois é, mudaram os conceitos de prodígio desde Mozart.
Quanto ao cd sair no celular… Esse é o público dela, a molecadinha cheia de ser antenada com as novas tendências, CD para eles é chato e nada prático, o “da hora” é ter tudo a mão. é sempre assim, quando lançaram o CD disseram ser o fim do vinil, quando surgiu a internet disseram ser o fim dos livros, mas não é bem assim que funciona, a diferença é que o ultrapassado, muitas vezes se torna item de desejo e status, muda o conceito do produto ou um meio acaba não substituindo o outro, mas servindo como complemento do mesmo.

Foda-se o formato, pra mim ainda falta muito para ela ser considerada uma artista de verdade, por enquanto eu a considero nada mais que uma pré-adolescente bobinha e inexperiente que foi alçada a uma posição de estrela instantânea pegando carona no sucesso do filme sobre Juno, a adolescente grávida e moderninha. Calma aí, dá um tempo pra menina, vejamos do que ela é capaz antes de ficar rotulando de “nova promessa” e tudo o mais, afinal de contas, a imagem é efêmera, o que perdura é o conteúdo.

Sobre Freud, Lipovetski e galochas.

•13 junho, 2008 • 3 Comentários

 

Após muito estudar e estudar e estudar está quase acabando esse semestre e eu posso dizer que já vai tarde. Como é complicado tentar conciliar trabalho, faculdade e vida pessoal sendo que o namorado mora longe. Estranho como tudo parecer ser feito meio que pela metade, nada fica perfeito, mas esse é o preço que nós pagamos por crescer não é?

 

Pelo menos esse semestre foi bastante proveitoso. De repente eu tenho que estudar Freud e Lipovetski fazendo uma análise e comparação entre o que eles acreditavam. Digamos que realmente a história de nós termos necessidade de pertencer, ser acolhidos por um grupo pode muito facilmente ser explicado pela situação de desamparo em que nascemos e pela busca que temos pelo reconhecimento dos outros e de nós mesmos.

 

 

 

Ai, mas chega disso, vamos falar de coisas mais fúteis por um momento… sempre que surge uma nova moda a nossa primeira reação é torcer o nariz, depois acabamos nos acostumando e até mesmo incluindo-a em nosso guarda roupa. Quem não lembra da história da bota sobre a calça? O que para o entendidos de moda era um verdadeiro “fashion no-no” acabou se tornando febre nas ruas e nos desfiles das mais célebres marcas.

 

 

Agora vem outra moda, a da galocha. Galocha? Sim, aquelas botas de borracha de trabalhadores rurais e de construção que nós usávamos quando éramos pequenos, lembra? Eu tinha uma rosa e uma azul, mas era só porque eu aprontava demais, tênis pra mim não durava muito, e pra chuva aquilo era ótimo. Pois é, de repente alguém estava sem sapato pra colocar em um dia de chuva, resolveu colocar essas botas, algum maluco gostou e resolveu colocar uma estampa diferente e pronto, estava lançada uma moda. Pensa bem, até a Burberry se empolgou e copiou (devo confessar que eu achei horrenda, a estampa da marca ficou péssima nas galochas).

 

 

Mas é claro que alguém um pouco mais esperto iria perceber que, para alcançar todas as tribos, você deve criar as mais variadas estampas que combinem com os mais diversos estilos e colocá-las nos pés de famosos como Jennifer Garner (a Elektra) e Kate Moss. Obviamente eu acabei sendo fisgada também, devo confessar. A cavalera fez um modelo que é a minha cara, de zebrinha! Ai é o máximo. Bem que alguém poderia me dar de presente né?

 

 

Hahahahahahahaahaha! Fico por aqui, com um pouco mais de estudos para fazer… Faltam duas provas para fazer e dois trabalhos para entregar!

Bom final de semana! Beijos

4 meses depois – uma reflexão sobre as reflexões

•2 junho, 2008 • 1 Comentário

Recebi em minha caixa de email uma tarefa: avaliar a contribuição desse blog para o meu aprimoramento e como ele interferiu em meu cotidiano.

Como começar? Para poder escrever o blog eu acabei lendo textos que eu nunca teria lido por mim mesma. Fui atrás de informações que eu costumava ignorar, mesmo gostando de música. Mas a maior mudança mesmo? Há tempos eu não sentava e escrevia sobre um assunto colocando as minhas impressões e opiniões sobre ele. Com as provas e os trabalhos, ficamos alienados a aprender e transmitir, sem realmente digerir o assunto, sem poder ter um opinião própria sobre o que estamos aprendendo.

Mesmo tendo aulas de filosofia, conhecendo autores variados sobre os mais diversos assuntos, acabamos acostumados a sentar, ouvir e aprender, até mesmo a entender, mas dificilmente somos levados a refletir e a opinar. O tabalho de reflexão acaba acontecendo nos corredores, nos grupos de estudo e nas conversas de bar.

Aqui o opinar era tarefa obrigatória, nunca um trabalho da faculdade se mostrou tão pessoal para mim, a não ser um exercício de auto-conhecimento que eu fiz em uma aula de psicologia na PUC, quando ainda estava me enganando num curso de administração e obviamente esse não foi um trabalho avaliado. O interessante desse blog é que aqui a minha opinião era um requisito para nota, isso torna o trabalho ainda mais recompensante.

Fica por aqui a promessa de que esse projeto não acaba, mas começa uma fase um pouco mais pessoal e por que não profissional ao mesmo tempo? Afinal, já faz um tempo nossos interesses também se tornaram quesito de contratação.

PR 2.0 na WEB 2.0

•2 junho, 2008 • Deixe um comentário

Sejamos rápidos e práticos: Quem aqui não agüenta mais aqueles montes de maillings que entopem nossas caixas postais de emails ou mesmo de cartas totalmente dispensáveis? São mensagens genéricas e superficiais, que nada fazem além de tentar nos convencer que aquele produto é bom para você, mesmo ele não tendo nada a ver com qualquer aspecto de sua vida. Chris Anderson causou polêmica ao ao bloquear, e publicar uma lista com os nomes, de todos os profissionais de relações públicas que lhe enviavam emails em nada relacionados com seus interesses.

Thiane Loureiro, gerente corporativa da Edelman, escreveu o artigo “PR 2.0 e a polêmica de Chris Anderson” falando dos profissionais de RP que não sabem como lidar com a web e as novas formas de comunicação. Não gostam de assumir que os cliente agora têm poder de escolha e não querem mais ser convencidos, precisam ser inspirados a consumir um produto ou serviço; que você precisa conhecer o cliente, seus gostos, suas aspirações, nao há mais meios de impor um comportamento, você prcisa levar o cliente a crer que aquela escolha é dele, e você só está sugerindo o melhor caminho.

É necessário construir um relacionamento e nesse ponto há falhas enormes, tanto do lado dos profissionais, quanto dos clientes em si, que vêm RP como algo pequeno em relação a tantos outras ações de mercado. As ações estão ainda muito perdidas nesse mundo de mídias digitais, não se sabe exatamente como introduzir a empresa corretamente à essa realidade virtual, nem como explicar para um cliente que às vezes é mais importante se fazer presente em um site do que em uma revista.

O poder da internet na divulgação de empresas e produtos é imensurável quando feita corretamente, um blogueiro pode tanto levantar quando afundar um produto, o boca-a-boca corre pela rede numa velocidade incrível, impossível de ser atingida por qualquer outro veículo. Se o foco estiver correto, poderão ser muito mais que dezenas ou centenas de pessoas por segundo atingidas pela mensagem, mas para isso é preciso conhecer a fundo o funcionamento e a importância desses instrumentos, para que não se tornem apenas ações perdidas e inúteis no meio de tantas outras.

Blogs – Janelas de São Paulo para o Mundo

•2 junho, 2008 • Deixe um comentário

Situações triviais podem se juntar em um quebra-quebeça, formando no final uma imagem muito mais real de um local do que aqeula que os órgãos de imprensa e as mídias tradicionais tendem a transmitir. Lendo o artigo do Estadão “O caos de São Paulo organizado nos blogs” de 18 de Maio, vejo mais um exemplo do poder que os blog podem ter na sociedade de hoje.

Somente na cidade de São Paulo, atualmente são centenas, milhares de blogueiros que buscam mostrar a sua visão do cotidiano dessa metrópole gigante cheia de contrastes e curiosidades. Seja ele um homem interessado em mostrar as falhas na administração da subprefeitura de seu bairro, como é o caso do jornalista Joaquim de Carvalho, ou mesmo um estudante que usa a fotografia para ilustrar e poetizar fatos corriqueiros, como faz Guilherme Lara de Campos. Os blogueiros podem até mesmo servir de guia turístico, como é o caso do argentino radicado em São Paulo Tony Gálvez, um entusiasta da cidade da garoa, que tenta mudar a imagem que outros turistas têm dela.

Vivendo em um país considerado a terra do samba, do carnaval e das belezas naturais (incluindo as mulheres), acho até mesmo importante a grande quantidade de pessoas que busca mostrar um pouco da sua visão sobre essa metrópole que, eu posso afirmar, muitos estrangeiros mal sabem tamanho poder exprime. Também é uma maneira eficiente de a população se mobilizar, mesmo sendo uma pequena parcela dela, afinal de contas, nessa vida corrida que vivemos, quem é que tem tempo de ficar indo a reuniões de bairro hoje em dia, não é mesmo?

Era da exposição ou da superexposição?

•2 junho, 2008 • Deixe um comentário

Eu já havia comentado no texto sobre o Twitter Map e o Twitter Vision que vivemos em uma época onde o que importa é ser visto, agora, lendo o texto “Vivemos em plena era da exposição” do prof. Eric Messa, eu reabro essa discussão e me aprofundo um pouco mais no assunto da exposição na internet.

Não é segredo para ninguém que atualmente as aparências importam muito mais do que o conteúdo em si. Vivemos em um mundo tão cheio de imagens que nos bombardeiam a todo instante, que quando nos deparamo com um texto simples em word a última coisa que queremos é parar para ler aquilo. São as imagens que nos chamam a atenção, o design, as cores, a aparência em geral. Escolhemos um objeto não pela sua praticidade, mas pelo valor que ele irá agregar à nossa imagem, seja ele um roupa, um móvel, um acessório, ou até mesmo um simples caderno.

Queremos nos destacar, chamar a atenção, precisamos nos sentir especiais, ter algo que eleve nossa existência além da mera presença na sociedade. Precisamos mostrar quem somos, exprimir nossos pensamentos, vontades e atitudes para o maior número de pessoas possível. É aí que entra a internet como principal instrumento da modernindade. São os blogs, os sites de relacionamento como Orkut e Myspace, mesmo o Twitter, que nos ajudam nessa empreitada de expressão particular. O saldo muitas vezes é positivo para os que mais se entremeiam nas redes sociais: muitos são os blogueiros que conseguem espaço em grandes agências, empresas ou centrais de mídias. Muitos músicos também encontraram um grande instrumento de divulgação de seu trabalho em páginas como o Myspace, sucessos como a cantora Lilly Allen e a banda Arctic Monkeys surgiram ali.

Mas tais instrumentos também podem se tornar algozes, quando a superexposição escancara a vida dos seus usuários, arrancando-lhes a privacidade e estrupando a sua intimidade. A mesma rede que lhes eleva ao topo pode lhe jogar na lama, como estão fazendo os grandes blogs de fofoca como Perez Hilton com a mesma Lilly Allen que foi alçada ao sucesso pela internet. Muitos são os casos também de sequestro de pessoas que acabam por divulgar informações em excesso em sites de relacionamento. E os fotologs fakes que escurraçam os usuários originais, roubando-lhes as fotos e fazendo graça dos mesmos?

É preciso sim ter cuidado com o tanto de informação que disponibilizamos na internet, pois de uma hora para outra, aquilo que nos servia pode simplesmente servir de instrumento contra nós. Inteligência e cuidado acima de tudo, pois a superexposição acaba levando à desvalorização do produto, não é isso que sempre aprendemos nas aulas?